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John Maeda is a world-renowned graphic designer, visual artist, and computer scientist at the MIT Media Lab.
David Armano
David Armano is VP of Experience Design with Critical Mass.
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Curso de Marketing - Redes Sociais

8. 6. 2009

Twitter, Orkut, Facebook, blogs… Como essas e outras ferramentas colaborativas podem ser usadas pelas empresas para se relacionar com seus clientes? Quatro profissionais se dividirão para responder essa pergunta no Curso de Marketing e Relacionamento Online, promovido pela Miyashita Consulting, que acontece de 16 a 19 de junho, em São Paulo.

Será oferecido um desconto especial de 10% para os leitores do Templo Digital, que deverão digitar o código ABD no ato da inscrição. (Além de um desconto adicional de 10% para quem fizer pagamento antecipado).

Saiba mais: http://miyashita.com.br/?id=8&m=62&ad=193 

O curso será dividido em 4 módulos, sendo um deles ministrado pelo CEO da Dialeto Renato Abdo, que vai falar sobre as redes sociais como fenômeno da mídia social. Serão usadas referências teóricas, cases da Dialeto e dos mercados nacional e internacional para embasar a palestra que vai elucidar as principais questões sobre como as empresas devem utilizar das redes sociais a seu favor. 

Presença na busca são ações integradas

26. 5. 2009

Uma boa estratégia de SEM para empresas que gostariam de reforçar sua marca na cabeça do consumidor é presença constante nas principais entradas dos resultados de busca. Essa tática é utilizada para aumentar a relevância da marca em determinado mercado representado por uma ou mais palavras chave.

google-templodigital

Como podemos ver na imagem acima a marca IBM toma conta de toda a página de resultado da busca. O site da companhia está em primeiro lugar no resultado orgânico, nos links patrocinados, nos sites de referência e no resultado de mapas. Poderia ainda apresentar resultados de imagens relacionadas à empresa e ao termo.
E ainda mais, não basta aparecer, o resultado deve estar bem organizado, categorizado, para que as pessoas sejam direcionadas rapidamente ao conteúdo procurado dentro da área especifica da empresa.
Essa imagem transmite a sensação de relevância da marca para o mercado e palavra chave do contexto. Mas para atingir esse resultado são necessárias ações conjuntas na estratégia de SEM da empresa.  Pensar em SEO como uma ferramenta importante, ele deve ser praticado constantemente levando em conta que os resultados não são imediatos. Não apenas na área tecnológica, mas também de conteúdo e relacionamento de links.  Hoje não se pode mais pensar em conteúdo sem levar em consideração a estratégia de relevância e posicionamento nos mecanismos de busca.
Nossa marca precisa estar presente em todas as entradas da busca, para que a estratégia seja bem sucedida é necessário, otimizar ou recriar o site pensando nas ações de SEO, inserir informações em mapas sobre a localidade da empresa e filiais, otimizar as imagens que estão online para que a busca retorne para os termos escolhidos, inserir conteúdo significativo em sistemas de referência além das “tradicionais” campanhas de links patrocinados focadas e constantes  em termos fundamentais para marca.
Dessa forma o consumidor ao procurar por um termo importante para sua marca vai lembrar que sua empresa é uma referência importante para a informação que procura. Caso o resultado dessa informação seja a necessidade de adquirir um produto ou serviço, os consumidores estão mais aptos a fechar negócios com empresas consolidados que passam segurança e domínio sobre o assunto. Essa sensação é reforçada através das referências e credibilidade do sistema de busca.

Twitter patrocinado!

20. 5. 2009

Danica Patrick, piloto de automobilismo que compete na Indy Racing League, lançou seu canal twitter juntamente com o seu patrocinador, a marca de relógios Tissot.

Interessante forma de patrocínio uma vez que é muito pouco invasivo, ou seja, é impactado pela marca Tissot aqueles que resolverem seguir a piloto no Twitter.

http://twitter.com/danicapatrick

É uma questão de tempo para que várias ações como essa pipoquem por aí!

Domino’s: gerenciamento de crise rápido e transparente

16. 4. 2009

Essa semana dois funcionários da pizzaria Domino’s foram demitidos por causa de uma “brincadeirinha” postada no YouTube. Eles publicaram um vídeo em que faziam “porquices” nos pedidos antes de despachá-los para os clientes.

A Domino’s agiu rápida e certeiramente, demitindo os funcionários – que além de desempregados, estão agora acertando as contas com a justiça – e dando satisfações ao público no mesmo ambiente onde foi atacada: o YouTube.

Desde ontem está no ar um vídeo em que o presidente da Domino’s, Patrick Doyle, pede desculpas aos clientes, detalha as medidas adotadas desde sempre em favor da higiene dos alimentos e também o reforço ainda maior que será dado a isso por conta do caso: “Nós agradecemos os membros da comunidade da internet que nos avisaram rapidamente e nos permitiram tomar uma atitude imediata”, diz ele, sutilmente ganhando pontos com a mídia colaborativa. Outro detalhe simples e fundamental: o nome do vídeo é “Disgusting Dominos People - Domino’s Responds”, o que o faz ser encontrado pelas pessoas que buscam o vídeo-porquice.

Em menos de 24 horas, o vídeo-resposta teve mais de 43 mil visualizações e mil comentários, dando média de 80 views/comentário – excelente índice de repercussão. Em geral, os comentários hostilizam os funcionários: “Os cretinos que fizeram esse vídeo não estão muito longe da mente miserável de caras que amarram bombas no próprio corpo”.

Ainda é cedo para garantir que a Domino’s reverteu o jogo, mas o fato é que eles conseguiram levantar o nível do debate, uma vez que os comentários no YouTube estão longe de execrar a marca, e sim discutem empregabilidade, censuram o comportamento dos funcionários e até sugerem formas de a empresa evitar que isso aconteça novamente. Para o mercado, fica a lição: seja rápido e direto, reconheça que existe um problema, aponte soluções e fale com os consumidores onde eles falam de você.

Disgusting Dominos People - Domino\'s Responds

Como engajar a audiência?

31. 3. 2009

Engajamento é a buzz word do momento, a mais nova e mais discutida “arma” dos marketeiros e anunciantes para conquistar de vez a tão sonhada lealdade e o respeito dos consumidores. Mas como engajar uma audiência? Sem a pretensão de dar uma resposta única e definitiva para a questão, arriscamos dizer que o engajamento de uma audiência está intimamente ligado à natureza da relação do consumidor com a web e sobre como a base dessa relação é composta de quatro pilares: envolvimento, interação, intimidade e influência do usuário.

O conceito tradicional do funil se tornou inadequado quando percebemos a complexidade do ciclo de uma compra online na era da Web 2.0, onde as redes e mídias sociais estão se multiplicando a cada segundo, assim como o conteúdo gerado pelo consumidor.

Se um comprador entra no site do Ponto Frio pelo Google e finaliza a compra de um DVD player, o Google fica com todo o crédito desse “engajamento”, mesmo que o comprador tenha visitado paralelamente o site da Americanas.com, além de blogs de tecnologia e fóruns de hardware e lido mais de 20 resenhas sobre o produto no Submarino.com. O Young Song da Microsoft no Mixx disse que esses “anunciantes que focam apenas no ‘last AD’ estão deixando escapar do radar 94% da informação relevante sobre o processo de conversão.”

Quando bem-feita, a campanha online pode gerar um engajamento muito maior do consumidor, que se traduzirá em aproximação, recall, fidelidade, recomendação e, é claro, um aumento significativo no faturamento. Porém, não basta estar presente nos meios digitais, é preciso saber dialogar e, principalmente, ter o que falar.

Se uma pessoa tem, em média, 12 contatos íntimos, 150 contatos sociais e algo entre 500 e 1500 conhecidos, isso significa que o resultado de um bom boca-a-boca gerado a partir de boas experiências, em uma rede de 1000 pessoas, é de cerca de 500.000 possibilidades de engajamento diferentes.

Aos profissionais de publicidade e marketing é essencial o entendimento do comportamento da audiência, seus desejos e objetivos, para planejar ações e estratégias que atingirão de forma mais eficaz os objetivos de negócio.

Social ecommerce. O que as empresas estão esperando para começar?

23. 3. 2009

Independente do uso que se faz delas, o fato é que as redes sociais são um fenômeno em todo o mundo e, de maneira particularmente impressionante, na internet brasileira.

O caminho natural é que as empresas se aproveitem desse cenário para vender mais, certo? O que observamos, no entanto, é o uso das redes sociais quase que exclusivamente como ferramenta de relacionamento com o consumidor ou prolongamento de suas ações de publicidade. A integração delas com sites de comércio eletrônico ainda é mais que incipiente no mercado brasileiro.

Imagine o internauta que quer comprar um aparelho celular. Ele vê no Orkut que um amigo comprou um celular da Nokia, está super satisfeito e decide comprar um igual. Como diria a propaganda do HSBC: não seria bom se tudo fosse direto ao ponto? Se a loja da Nokia fosse integrada ao Orkut, ele poderia comprar o celular ali mesmo e a Nokia ou as Casa Bahia (para citar a novata do ecommerce) não correria o risco de perder essa venda.

Além de algumas questões técnicas, integrar redes sociais e comércio eletrônico requer amarrar bem a estratégia de venda e divulgação e fazer alguns estudos de usabilidade (evitando que o internauta se confunda). Diante do crescimento exponencial da internet brasileira, quem entrar nessa onda primeiro só tem a sair ganhando.

O comercial do HSBC:
HSBC Direct - Namorados

Skittles, bom demais pra ser verdade?

4. 3. 2009

A Skittles saiu com uma nova estratégia onde no lugar do site a página inicial era o Twitter. Com o Twitter como página inicial, o único conteúdo da marca era um pequeno box com links para outras “seções” do site. Clicando nos botões o usuário era levado ao Facebook, Wikipedia, Youtube, etc…

Inicialmente achei bem ousada a estratégia uma vez que o conteúdo da página inicial é realizado através de twittes dos usuários. Mas parece que a ousadia foi mais estratégia. Hoje quando resolvi conferir novamente o site me surpreendi. A página inicial já é a do Facebook. Ok, o Facebook também é uma ferramenta da web social, mas ao mesmo tempo o conteúdo “branded” aumentou e a mensagem implícita de que “a única coisa que importa são o que os consumidores acham de Skittles” morre.

Não que haja algo de errado nisso, mas eu preferia do outro jeito ;)

Salute a tutti!

Renato Abdo

Social Entertainment, nova maneira de se divertir

4. 3. 2009

Já dizia Marshall MacLuhan:

Os homens…criam as ferramentas, e as ferramentas, por sua vez, recriam os homens.

A utilização da mídia social está mudando a sociedade de várias formas. Como sempre dissemos, estamos vivendo uma evolução na forma de comunicação, no modo de viver e agora, como aponta o estudo da Netpop Research, estamos mudando a maneira como nos divertimos.

Que cada vez mais transferimos tempo que antes eram consumidos por outras mídias e atividades “outdoors” pelas atividades online. O tempo gasto online somado as novas ferramentas colaborativas de comunicação estão transformando o entretenimento online. Conversar, trocar opiniões e contribuir de várias formas com outros usuários são sustentáculos da mídia social e, segundo o estudo, são maneiras de se divertir.

Eu sempre encarei dessa forma, pois pra mim a web social é uma grande festa. Nessa festa você se diverte, se relaciona, bota o assunto em dia com os amigos e até se atualiza nos assuntos mais quentes.

Um brinde!

Renato Abdo

relatório:

Curso de INTRODUÇÃO ao jornalismo 2.0 para brasileiros

11. 2. 2009

O Knight Center for Journalism in the Americas está com inscrições abertas para o curso online gratuito: “Introdução ao Jornalismo 2.0 e Desafios na Era Digital: Oportunidades ”, voltado exclusivamente para profissionais brasileiros.

O curioso do curso é que ele seja de “introdução”. Por outro lado, faz todo o sentido se observarmos que, enquanto a CNN fez um mashup do Facebook para cobrir a posse de Obama, alguns veículos brasileiros ainda insistem em se distanciar da mídia social, a ponto de se referir ao Orkut como site de relacionamento.

Saiba mais sobre o curso aqui.

Os segredos do marketing na Web 2.0

19. 1. 2009

O Wall Street Journal entrevistou mais de 30 executivos e diretores de grandes e pequenas que estão na linha frente na experimentação com ferramentas 2.0. A partir dessas conversar e outras pesquisas, identificaram um conjunto de princípios emergentes para o marketing.

leia o artigo na íntegra

Não apenas fale com os consumidores -trabalhe com eles ao longo do processo de marketing

Dê aos consumidores uma razão para participar

Escute - e participe - da conversação fora do seu site

Resista à tentação de vender, vender, vender

Não controle, deixe fluir

Encontre um “tecnopologista de marketing”

Abrace a experimentação