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John Maeda is a world-renowned graphic designer, visual artist, and computer scientist at the MIT Media Lab.
David Armano
David Armano is VP of Experience Design with Critical Mass.
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Jogos sociais podem ser boa ferramenta de publicidade

11. 3. 2010

Da Folha Online: Sites de videogames e plataformas tradicionais como os consoles estão perdendo jogadores na medida em que mais e mais internautas se voltam para títulos como “Farmville”, do Facebook, e “Colheita Feliz”, do Orkut.

farmville

Em uma reportagem que trata da Games Developers Conference, a Folha expõe a importância que os conhecidos como “jogos sociais” tem atualmente na indústria de games.

A conferência começou na última terça-feira (9) e segue até o dia 13, em São Francisco, nos EUA. Alguns painéis do evento serão dedicados à produção desse tipo de jogos, encontrados como aplicativos nas redes sociais, e de como obter lucros com eles.

Provavelmente uma tendência poderia ser a incursão cada vez maior de marcas no desenvolvimento de projetos. Jogos que tragam alguma marca associada renderiam propaganda voltada a um público específico, propenso ao consumo, e até mesmo lucro, com a venda de itens virtuais, por exemplo.

Tutorial básico de Twitter

10. 3. 2010

Se você ainda não sabe como utilizar o Twitter, a Dialeto preparou um pequeno manual do microblog. Nele, apresentamos uma visão geral sobre a ferramenta, suas principais páginas, funções e um pouco das modinhas que circulam na rede social.

Repercussão na mídia social mostra que proibição do Conar pode ter sido positiva para Schincariol

5. 3. 2010
infografico_trecho

Clique na imagem para ver infográfico completo

Desde o anúncio da proibição do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) ao comercial Devassa Bem Loura, foram registrados 6.528 posts sobre o assunto no Twitter. Desses, 61% se manifestaram contra a decisão do Conar, alguns classificando-a como “hipócrita” e “ridícula”. Apenas 3% dos usuários se posicionaram a favor da proibição, e os demais não emitiram opinião e apenas citaram o fato.

O monitoramento, realizado com ferramenta própria da Dialeto, engloba todas as postagens que trataram do assunto no período de 24/02 a 4/03. Os picos no número de tweets ocorreram nos dias 25/02, data posterior ao anúncio da abertura dos 3 processos contra a cervejaria (1438 tweets), e 01/03, quando saiu o resultado do Conar, concedendo liminar parcial para suspensão da veiculação da campanha (1721 tweets).

Os dados referentes à proibição levaram em consideração postagens com os seguintes termos: conar Schincariol; conar “paris hilton”; governo devassa; conar devassa; governo Schincariol; devassa tirar; devassa processar; devassa processada; devassa processo; devassa proibido; devassa proibir; devassa processo; devassa retirado; devassa “campanha contra”; devassa impedir; devassa barrada; devassa hipocrisia; devassa acusada; devassa apelo; devassa sexista; devassa “ministerio publico”; devassa MP.

Publicidade no Twitter favorecerá o acesso ao cliente

2. 3. 2010

Hoje foi publicado no blog do caderno Link do Estadão uma nota sobre o possível modelo de publicidade do Twitter. A matéria diz que, segundo o Wall Street Journal, o tipo de anúncio seria muito parecido com os do Google Ad Words, ligados ao sistema de busca. Seriam propagandas de, obviamente, 140 caracteres, que serão veiculadas em perfis pessoais, independente deles seguirem ou não o perfil das empresas anunciantes.

É importante ressaltar aos usuários do microblog que os anúncios não devem poluir a timeline. Eles surgiriam nos resultados das buscas. Esse modelo favorece a relação do público com o que está sendo anunciado, sem ser muito invasivo. Caso o sistema seja mesmo assim, o usuário só irá ver anúncios selecionados de acordo com o que está buscando, sem ser obrigado a vê-los pulando em meio aos tweets nas atualizações.

Essa será, então, uma nova oportunidade para empresas atingirem seus públicos através do Twitter, ferramenta já utilizada pelas empresas para ações promocionais e relacionamento.

A plataforma de publicidade ainda não tem data confirmada para lançamento.

Curso no CCSP trata de compartilhamento e colaboração na Internet

2. 3. 2010

Começaram hoje as inscrições do ciclo de cursos e debates do Laboratório Imre Simon sobre o tema “O Futuro da Informação: compartilhamento, colaboração e a sociedade do conhecimento”.

O evento, que terá seu início no dia 9 de março, acontecerá no Centro Cultural São Paulo. Será focado em exemplos de ações de colaboração e compartilhamento na internet, que atualmente é palco de transformações econômicas, culturais e políticas. A intenção do curso é colocar o público em contato com protagonistas de tais práticas, num ambiente onde todos serão debatedores e alunos.

Serão abordados, entre outros: a dinâmica da wikipédia e do software livre; sociedade, conhecimento e recursos educacionais abertos; ecossistemas de cultura livre, coletivos de arte e ativismo; a web social: mercado, negócios e política na rede; teorias econômicas, sociológicas e modelos matemáticos.

As aulas serão na Sala Zero do Centro Cultural São Paulo, às terças, do dia 9 de março e até o final de abril. Os encontros começarão às 19h e, a partir das 21h30, haverá meia hora de discussão aberta. Segundo o site do CCSP, as inscrições devem ser feitas até dia 5 de março na Divisão de Ação Cultural e Educativa, das 10h às 17h.

Para mais informações, consulte: http://bit.ly/dhdhUY

Redes sociais começam a ser incluídas em resultados de sites de busca

26. 2. 2010

Uma nova tendência na web parece estar cada vez mais forte: a indexização de conteúdos de redes sociais nos buscadores.

O Bing, da Microsoft, já indexava mensagens públicas postadas no Facebook há algum tempo. A partir de hoje, o Google passa a fazer o mesmo. No Bing, a pesquisa abrange o conteúdo de mais de 400 milhões de perfis públicos. A diferença é que o Google incluirá nas pesquisas, pelo menos no início, apenas 3 milhões de páginas, referentes a pessoas públicas, corporações e celebridades. O Google já inclui também em suas buscas atualizações no Twitter, MySpace e Buzz.
Essas novidades revelam que os buscadores estão se voltando fortemente a pesquisas em tempo real e serão um facilitador de quem monitora as redes sociais. Vale destacar que, mais importante do que a captura desses conteúdos, são as análises que se fazem dele. A Dialeto, por exemplo, usa softwares de captura e classificadores para monitorar marcas e produtos nas redes sociais. Mas essa é só a primeira ponta do trabalho. Um time de analistas em redes sociais depura dados, analisa e entrega para os clientes relatórios carregados de insights baseados no boca-a-boca online. Além disso, profissionais também fazem as vezes de olhos e ouvidos do rei para informar às empresas imediatamente sobre qualquer foco de crise identificado.

Uma nova tendência na web parece estar cada vez mais forte: a indexização de conteúdos de redes sociais nos buscadores.

O Bing, da Microsoft, já indexava mensagens públicas postadas no Facebook há algum tempo. A partir de hoje, o Google passa a fazer o mesmo. No Bing, a pesquisa abrange o conteúdo de mais de 400 milhões de perfis públicos. A diferença é que o Google incluirá nas pesquisas, pelo menos no início, apenas 3 milhões de páginas, referentes a pessoas públicas, corporações e celebridades. O Google já inclui também em suas buscas atualizações no Twitter, MySpace e Buzz.

Essas novidades revelam que os buscadores estão se voltando fortemente a pesquisas em tempo real e serão um facilitador de quem monitora as redes sociais. Vale destacar que, mais importante do que a captura desses conteúdos, são as análises que se fazem dele. A Dialeto, por exemplo, usa softwares de captura e classificadores para monitorar marcas e produtos nas redes sociais. Mas essa é só a primeira ponta do trabalho. Um time de analistas em redes sociais depura dados, analisa e entrega para os clientes relatórios carregados de insights baseados no boca-a-boca online. Além disso, profissionais também fazem as vezes de olhos e ouvidos do rei para informar às empresas imediatamente sobre qualquer foco de crise identificado.

Twitteiros enviam 50 milhões de mensagens por dia

23. 2. 2010

Os dados foram divulgados por meio do blog oficial do Twitter. Kevin Weil, da equipe de análise interna, informou que os números excluem postagem de spam e que a análise refere-se aos últimos 3 anos.

Os usuários publicavam 5 mil vezes por dia em 2007. No ano de 2008, o número cresceu para 300 mil e, em 2009, eram a 2,5 milhões de tweets diários. Mas ainda no ano passado, as mensagens de 140 caracteres tiveram um crescimento de 1400%, passando dos 2,5 para os 35 milhões.

Atualmente, são impressionantes 50 milhões de tweets a cada dia. Segundo Weil, isso representa uma média de 600 tweets por segundo.

No meio de tanto ruído, parece difícil fazer marketing. O importante é ter em mente que tantos tweets por dia tem uma origem: pessoas. E se há um crescimento de postagens, é porque há um crescimento de usuários. Com ferramentas de busca e estratégias de aproximação a grupos específicos de twitteiros, é possível gerar conteúdo relevante e atingir muita gente, que poderá, então, repassar a informação.

Linea Sucralose lança novo site e investe nas redes sociais

19. 2. 2010

Um site renovado e um blog sobre nutrição e saúde foram criados pela Dialeto para a Linea Sucralose. Ambos demonstram a preocupação da empresa com a saúde e o bem-estar de seus consumidores.

O blog Entre na Linea, voltado para dicas de alimentação e saúde, busca estreitar o relacionamento da marca com seus consumidores.

A estratégia de presença online inclui ainda ativações no Orkut, Twitter e relacionamento com blogueiros. Usuários que postarem dúvidas ou comentários a respeito da Linea, seus produtos e sobre a sucralose (matéria prima base da Linea) serão respondidos nos próprios ambientes, sempre seguindo os princípios éticos da Womma (Word of Mounth Marketing Association). A entidade, a qual a Dialeto é filiada, rege os procedimentos de marketing boca a boca na internet.

Tempo de uso do Facebook chega a 7 horas por mês nos EUA

17. 2. 2010

Dentre as redes sociais mais conhecidas e utilizadas como veículo de comunicação pelas empresas, o Facebook se destacou numa pesquisa divulgada ontem pela consultoria The Nielsen Company. Ele representa a terceira marca mais forte da internet nos Estados Unidos, atrás apenas de Google e Yahoo! em audiência. Visitantes únicos por mês somam 152,7 mi para o Google, 134,5 mi para Yahoo! e 116,3 mi para o Facebook.

Mas o dado mais relevante em relação à presença dos sites no cotidiano das pessoas é o tempo de conexão em cada um deles. Nesse quesito, o Facebook ganha disparado. Nos EUA, as pessoas utilizaram a rede social em janeiro por uma média de 7 horas por mês, o que representa um aumento de 9,7% em comparação a dezembro. O Google tem uma contagem que nem chega a 1 hora e meia por mês e Yahoo! fica com média mensal de pouco mais de 2 horas.

Essa tendência norte-americana parece se refletir no Brasil, onde o Facebook ganha cada vez mais espaço frente a seu principal concorrente por aqui: o Orkut.

Tal migração no país deve-se a uma pitada de modismo. Mas a rede acaba se mostrando mais funcional e integrada com outras ferramentas da web do que a concorrente e acaba conquistando o novo usuário.

A possível causa da excessiva permanência de conexão ao Facebook são os jogos que obrigam o internauta a voltar várias vezes ao dia para cumprir as missões e conseguir pontos.

Todo esse tempo despendido torna-se uma ótima brecha para o marketing no Facebook e mostra o alcance que as redes sociais possuem. Enquanto espera sua colheita crescer ou seus peixes ficarem famintos, o usuário vai estar suscetível a receber divulgações de produtos, serviços e informações. E as marcas podem, inclusive, valer-se da interação da rede para fisgar usuários com aplicativos, jogos e páginas que gerem mídia espontânea.

Para tanto, as empresas contam com outro grande diferencial do Facebook em relação ao Orkut, que é a possibilidade e incentivo para a criação de páginas corporativas. Elas colocam o consumidor em linha direta com a empresa, permitindo que eles opinem, tirem dúvidas, comentem lançamentos e participem de campanhas. Dois bons exemplos são a página do Profissão Blogueiro e a da empresa Dell.

Google Buzz leva rede social para dentro do e-mail

12. 2. 2010

Na última terça-feira (9), o Google lançou o Buzz, uma nova ferramenta incorporada ao GMail. Quem aderir ao serviço passará a ter uma rede social dentro da conta de e-mail. E o Buzz, como o próprio nome sugere, gerou burburinho.

Logo no lançamento, o termo tornou-se um dos Trending Topics do Twitter. As pessoas mal sabiam do que se tratava o Buzz, e, talvez por isso, twittavam sobre, a fim de descobrir. Nas postagens, a palavra esteve muitas vezes associada aos nomes Google, Facebook e Twitter.

Confira o vídeo oficial de divulgação do Google Buzz:

As comparações são inevitáveis. O Google Buzz entra em um mercado já dominado pelas duas redes citadas. O compartilhamento rápido de informações, fotos e vídeos já é feito por ambas, de diferentes formas. O Buzz chega com a promessa de ser mais funcional, com as fotos, os vídeos e os textos (mesmo longos) acessíveis numa mesma janela. Já há integração com Flickr, Picasa, Blogger e Twitter.

As reações da concorrência ficaram divididas. Enquanto Twitter não se posicionou e Facebook apenas anunciou o projeto de oferecer um serviço de e-mail ligado à rede social, Microsoft e Yahoo! colocaram-se à postos no front de batalha.

A Microsoft afirma em comunicado que “as pessoas são ocupadas e não precisam de outra mídia social. O que elas precisam é da conveniência de agregação”, e acrescenta que já oferece essa comodidade no Hotmail desde 2008. O Yahoo!, que já tinha lançado o Yahoo Update, foi ainda mais incisivo e postou na página oficial no Twitter: “Dois anos depois do #Yahoo! ter lançado o #Buzz, o Google veio atrás. Confira o original: http://buzz.yahoo.com/”.

E começa mais uma guerra das grandes da Web para ver quem consegue fisgar os internautas. O Buzz do Google chega com a vantagem de oferecer o serviço pra quem usa somente e-mail, e ainda não tem um perfil em outras redes. O problema é que enquanto ele engatinha, os concorrentes já caminham a passos largos. Resta saber se com o tempo as pessoas migrarão para ele e começarão a Buzzar por aí.